Com a sua segurança não se brinca!
Antes de contratar um serviço para sua segurança patrimonial, pesquise, compare, questione e acima de tudo só contrate se sentir inteiramente seguro e convicto de estar colocando seu sonho de consumo e tranqüilidade em mãos de pessoas qualificadas para isso, se haver qualificação verifique se essas pessoas são integras e éticas.
Em 12 anos de experiência no mercado de segurança eletrônica, nós da Águia I temos observado que esse mercado é muito escasso em mão-de-obra qualificada, pois os serviços dessa área exigem uma serie de conhecimento por parte da pessoa que os executa, é comum e normal que cada pessoa que se especialize em alguma profissão, ele tende a se dedicar aquela área especifica, exemplo: Se é um eletricista ele se preocupará em ser um bom eletricista (isso considerando os bons profissionais do mercado), se é um técnico de eletrônica ele será especialista em eletrônica. Ao contrário dessa normalidade, o mercado de segurança eletrônica exige que o profissional seja um tanto multifuncional, ele tem que entender de muitas áreas profissionais para que possa estar executando um simples serviço como, por exemplo, uma instalação de um portão eletrônico ou um simples sensor para acendimento de uma lâmpada, quando partimos para um alarme, CFTV digital ou cerca elétrica, ai a complexidade aumenta. Para todos esses serviços a serem executados é primordial que o profissional que irá executá-los entenda nada mais nada menos de: Eletrônica, elétrica, telefonia, radiodifusão (radiofreqüência, ondas eletromagnéticas, cálculo de antenas, etc.), informática, eletrotécnica, mecânica de máquinas, motores elétricos, serralheria (esses três últimos no caso do portão eletrônico), e acima de tudo de estética (essa ultima a maioria não sabe se existe e para que sirva se sabe acha que uma bobeira ou "frescura" se preocupar com isso).
Se encontrarmos o profissional com esse perfil partiremos para o segundo quesito que é: Pegou pra fazer faça-o bem feito. É comum encontrarmos "profissionais" que às vezes se preocupa somente com a hora de ir para casa e a data especial o quinto dia útil, esse tipo de "profissional" deixa a desejar, pois quer fazer tudo depressa e de qualquer jeito, nesse caso o cliente terá que se desgastar e explicar a cada passo como deve ser feito o serviço, o que causa a irritação do "profissional" e o cliente será taxado por ele de chato, esse "profissional" se puder em algum passo da instalação "sacanear" o cliente ele o fará, pois apesar de saber fazer não trabalha com ética e nem dedicação, se preocupa apenas com seu próprio umbigo, a empresa a quem ele representa e o cliente é apenas massa de manobra para ele levar a vida.
Recentemente a Águia I teve a oportunidade de realizar uma pesquisa em três estado brasileiros a respeito de profissionais de segurança eletrônica DF SP PR. Nos três estados pesquisadas a escassez de profissional e praticamente igual. Nessa pesquisa descobrimos ainda diversos tipos de profissionais, esses profissionais existe em varias áreas, mas em nosso caso vamos focar Segurança eletrônica. Veja alguns exemplos:

Repolho: Conseguiu se especializar em alguma área com um curso e diploma do SENAI se fecha a qualquer outro tipo de conhecimento, coloca esse diploma na parede da sala, quando questionado seu saber supremo, logo diz: Estudei para isso. O futuro desse "profissional" é como uma cabeça de repolho fechar, fechar, fechar...

Praieiro: É muito "experiente", arrogante, faz tudo de qualquer jeito, quando questionado algo fere seu saber supremo, logo responde: Tenho 10, 15... Anos de praia...

Ragtech: É apaixonado por tecnologia, sabe muito do futuro, mas do presente não sabe e não consegue fazer muita coisa.

O falante: Fala difícil, siglas que nem ele mesmo conhece e dialetos extremamente técnico (shoup, npn, ci, utp, hadwere, software, periférico, etc.) para impressionar o cliente, e mostrar seu saber supremo, mas quando a coisa aperta logo fala: Vou ali almoçar ou buscar uma peça e nunca mais volta (esse é D+).

O ão:  (Zezão, Carlão, Pedrão...) Acha que impressiona pelo aumentativo do nome, não sabe muita coisa, quando pressionado é semelhante ao falante, pede pra ir almoçar e desaparece.

O mágico: Tem diversas tipos desse, o que gosta de pedir ferramenta emprestada com passo de mágica às ferramentas emprestada se transfere para sua maleta, o que quando vai embora o cliente percebe que com passa de mágica sumiu algo, o que gosta de receber adiantado e depois que o cliente paga desaparece, o que retira o equipamento do cliente para consertar e logo some, o que vende e "instala" o equipamento abaixo do preço de mercado e logo em seguida some (esse consegue fazer duas mágicas ao mesmo tempo).

O despreparado: Não detêm muito conhecimento, acha que consegue resolver tudo com uma chave de fenda, conseqüentemente só possui essa ferramenta, para o cliente se livrar dele deve emprestar tudo e ao final empurrar o carro dele que também não liga na chave.

Filhinho da mamãe: É muito mimado, não aceita contrariá-lo mesmo que saiba que esteja errado, esse é fácil se livra dele, se apertá-lo logo e se chateia e vai embora.

O informante: (esse é perigoso, cuidado!) Entra em seu estabelecimento como um profissional e descobre os pontos fracos de segurança e se conseguir abre mais brechas, passa a ficha técnica aos comparsas, de repente sua casa é saqueada sem pistas.

O antiético: Não sabe muita coisa de área técnica, vive inventando defeito que não existe e nomes de peças inexistentes, cobra valores exorbitantes em serviços extremamente simples, engana um, engana outro... e conta a todos como triunfo, esse tipo de "profissional" andam geralmente em grupo, enquanto um distrai o cliente o outro estar fazendo alguma falcatrua.

O leigo: Um pouco diferente do antiético, o leigo faz da casa do cliente uma escola e vai aprendendo com os próprios erros, mas é o cliente quem paga o preço.

Profissional Rosa: (Esse estar escasso no mercado, mas existe), sabe que já detém algum conhecimento, mas não é suficiente para toda sua vida, estar sempre aberto a novos conhecimentos e os buscam constantemente, aceita conselhos e sabe ouvir.

O perfeccionista: Gosta das coisas muito bem feitas, faz em um dia coisas que alguns consegue fazer em 4 horas, às vezes até o cliente fala que estar bom, mas ele acha que precisa acertar alguns detalhes, tem tempo de ouvir o cliente e sempre pergunta se estar tudo certo.

O persistente realizado: Tem um amplo conhecimento profissional, mas quando se depara com algo que não consegue resolver pede um tempo para o cliente vai atrás das informações necessárias e só se sente realizado quando chega à solução do problema, a cada desafio superado o dar forças para ir alem e aprender mais e mais.

Para ser um bom profissional o técnico de segurança eletrônica precisa ter as um pouco de cada um desses três últimos (Profissional Rosa, o perfeccionista e o persistente realizado).
Sabendo disso, é que nós da Águia I estamos caminhando rumo a excelência!
A dura realidade do mercado é que temos "profissionais" que não sabem fazer, não se especializa e não trabalha com ética, são os famosos aventureiros que fazem da casa do cliente seu ambiente de eterno estágio, e sempre estão à procura de novos cobaias.
Terminamos esse tópico com essa frase.
Cliente satisfeito não reclama! Edivaldo Nascimento